Ingredientes Premium
Unimos a pureza da nossa água a maltes e lúpulos selecionados de todo o mundo.
O Coral Beer Lab é o centro de inovação da ECM, onde a tradição da Cerveja Coral se funde com a audácia de novos estilos. Desde 2015, elevamos o saber-fazer de décadas a novos patamares de experimentação.
Rigor e Ousadia em Pequenos Lotes
Unimos a pureza da nossa água a maltes e lúpulos selecionados de todo o mundo.
Cada edição é acompanhada de perto pelos nossos mestres cervejeiros, assegurando a qualidade máxima.
Lançamos criações sazonais e experimentais para os verdadeiros apreciadores.
Descubra o lado mais artesanal da cerveja feita na Madeira.
Leve, limpa e sem esforço. A que entra bem na primeira rodada e continua bem na segunda.
É a cerveja mais directa da casa: fresca, seca e muito fácil de pôr em cima da mesa quando o grupo ainda está a afinar o ritmo. Funciona para começar, para acompanhar entradas e para ficar a noite toda sem cansar o paladar.
A nossa interpretação de uma Pale Lager! A Pale Lager é a cerveja que combina simplicidade e elegância, sem nunca perder o espírito descontraído. Com a sua cor dourada e brilhante, é quase como se estivesse sempre vestida para uma ocasião especial. O seu sabor suave e refrescante deixa apenas uma leve e agradável lembrança no paladar, sem excessos. Ideal para qualquer evento, desde um jantar formal até àquela sardinhada no jardim, é o tipo de companhia que sabe estar presente sem roubar a cena.
Água, malte de cevada, lúpulo e levedura.
A Pale Lager nasceu no século XIX, quando os cervejeiros decidiram que o mundo precisava de uma bebida tão clara quanto a vontade de relaxar depois de um longo dia. Graças a avanços tecnológicos e à descoberta de leveduras de baixa fermentação, o pessoal de Pilsen, na atual Chéquia, criou a famosa Pilsner: uma cerveja que provou que era possível ser leve, refrescante e sofisticada ao mesmo tempo.
O processo de baixa fermentação, entre 7°C e 14°C, foi realizado com uma estirpe especial de levedura lager. Cumprindo a tradição, a cerveja maturou a baixas temperaturas por um longo período. Por não ser pasteurizada nem filtrada, pode apresentar alguma turbidez e opacidade devido à presença de levedura.
A Pale Lager apresenta uma coloração dourada clara e brilhante, com aroma subtil de malte e um toque leve de lúpulo que promete refrescar. No paladar revela-se suave e equilibrada, com notas adocicadas do malte complementadas por um amargor discreto, resultando numa sensação de boca leve e efervescente que convida a mais um gole.
Vai muito bem com carnes brancas tenras e de confeção ligeira, canapés, bruschettas, pinchos, cogumelos salteados, espargos, ovos mexidos, mariscos naturais e marinados, escabeches, ceviches, tártaros, massas frescas com molhos simples e queijos frescos como requeijão, mozzarella e creme de queijo com ervas.
Dourada, refrescante e com final seco. O malte aparece o suficiente para dar conforto sem pesar.
Mariscos, bruschettas, carnes brancas e petiscos de entrada.
Fim de tarde, esplanada e mesa cheia.
Âmbar, maltada e com mais ombro. Pede comida séria e conversa longa.
A Altbier entra num registo mais gastronómico, com malte mais marcado e um lado tostado que dá profundidade sem a tornar pesada. É daquelas cervejas que segura pratos mais intensos e faz sentido quando a mesa já deixou o aperitivo para trás.
A nossa interpretação de uma Altbier! Conhecida pelo seu carácter encorpado e sabor marcante, entre notas de pão, biscoito e um leve amargor herbal, esta cerveja nasce de um método de fermentação cheio de tradição. Não é apenas uma bebida: é uma experiência social, pensada para reunir amigos e família à volta de uma mesa viva.
Água, malte de cevada, lúpulo e levedura.
A Altbier é um estilo tradicional de Düsseldorf. O nome significa literalmente “cerveja antiga”, numa referência ao método de alta fermentação que resistiu à chegada das lagers modernas. Em Düsseldorf continua a ser servida quase por defeito, em copos pequenos, num ritual de consumo muito próprio em que os copos vão sendo repostos até se pousar a base em cima do último.
O processo de alta fermentação, entre 15°C e 18°C, foi realizado com uma estirpe especial de levedura. Depois, cumprindo a tradição do estilo, a cerveja maturou a baixas temperaturas por um longo período, o que contribui para um perfil mais limpo e suave. Por ser não pasteurizada nem filtrada, pode apresentar turbidez e opacidade devido à presença de levedura.
É uma cerveja equilibrada entre a doçura do malte e o amargo do lúpulo. Apesar do processo de fermentação tradicional, apresenta um perfil limpo, notas de nozes, pão, leves esteres frutados e apontamentos florais e especiados do lúpulo. Visualmente surge em cobre avermelhado, com espuma densa, cremosa e persistente.
Combina bem com carne assada, salsichas alemãs, carne de porco grelhada, pratos à base de cogumelos, molhos mais robustos, pratos levemente condimentados e queijos semiduros como gouda.
Pão, biscoito e caramelo leve com frescura no final.
Carne assada, cogumelos, salsichas e petiscos mais salgados.
Quando a mesa já passou da primeira rodada e pede mais presença.
Frutada, macia e descontraída. A mais fácil de reconhecer e uma das mais fáceis de gostar.
Tem trigo, fruta e uma textura mais redonda, o que a torna muito imediata para quem gosta de cervejas aromáticas mas não quer demasiado amargor. É uma escolha descontraída, muito boa para partilha, para pratos leves e para quem quer sair do habitual sem ir para extremos.
A nossa interpretação de uma Weiss Banana! É uma cerveja que desafia as expectativas tradicionais do paladar, com aparência vibrante, espuma densa e um lado aromático muito marcado. No primeiro contacto, a combinação do trigo com o aroma a banana cria uma experiência ao mesmo tempo refrescante, ousada e fácil de memorizar.
Água, malte de cevada e de trigo, lúpulo e levedura.
A Weissbier é uma tradição cervejeira alemã, sobretudo da Baviera, com raízes no século XIV. O trigo, a turbidez natural e os aromas frutados e especiados fizeram dela um estilo emblemático, que hoje continua a inspirar novas interpretações sem perder a ligação à sua herança.
Apresenta cor amarelo-dourada com aspeto turvo, resultado das proteínas da cevada, do trigo e da levedura em suspensão. O aroma frutado traz banana e cravinho; no paladar destaca-se pela leveza, pela doçura e por uma acidez subtil. O final é agradável, fresco e muito descontraído.
Combina bem com camarões, lapas, lulas, tacos, burritos, saladas frescas, queijos suaves como brie e camembert, e também com sobremesas leves e frutadas como sorvete de limão, torta de maçã ou pudim.
Banana madura, trigo e uma textura macia que entra sem esforço.
Marisco, pratos leves, tacos e queijos suaves.
Quando queres algo diferente sem ir para o lado mais amargo.
Escura, seca e torrada. A mais profunda da gama, sem ficar pesada na boca.
A Dry Stout traz café, cacau e um registo mais firme, mas mantém-se seca e limpa no final. Em vez de puxar para a sobremesa, puxa para pratos de cozinha mais séria, fumados e carnes grelhadas, sobretudo quando a noite já pede sabores mais densos.
A nossa interpretação de uma Dry Stout! Uma das variedades mais emblemáticas do universo cervejeiro, com cor intensa, leitura escura e um perfil gustativo robusto. O lado torrado, com café e chocolate amargo, faz dela uma cerveja memorável, de forte presença e grande capacidade de mesa.
Água, malte de cevada, lúpulo e levedura.
O estilo nasceu na Irlanda do século XVIII e ganhou notoriedade com a Guinness, fundada por Arthur Guinness em 1759. Com a introdução de maltes torrados, a Dry Stout tornou-se um símbolo de convívio e celebração, mantendo um lugar muito próprio entre as cervejas escuras de maior personalidade.
O processo de baixa fermentação, entre 7°C e 14°C, foi realizado com uma estirpe especial de levedura lager. Cumprindo a tradição, a cerveja maturou a baixas temperaturas por um longo período. Por ser não pasteurizada nem filtrada, pode apresentar alguma turbidez e opacidade devido à presença de levedura.
É uma cerveja harmoniosa e equilibrada, com corpo surpreendentemente leve para a intensidade visual que apresenta. Traz café torrado, chocolate escuro, cereais tostados, secura marcada e espuma alta, persistente e ligeiramente acastanhada.
Vai muito bem com grelhados, churrasco de porco e carnes vermelhas, peixes fumados, presunto, enchidos, refogados e estufados longos, arrozes tradicionais, chanfana, feijoada e queijos azuis como Roquefort ou Danablu.
Café preto, cacau e amargor firme, com pouco açúcar a adoçar o caminho.
Carnes grelhadas, fumados, pratos de cozedura longa e queijos fortes.
Mais tarde na noite, quando a mesa pede profundidade.
Cítrica, tropical e com amargo assumido. A mais faladora da lista.
Aqui o lúpulo aparece sem rodeios: mais aroma, mais persistência e um amargo que fica presente até ao fim. É uma cerveja para quem gosta de carácter e para mesas com comida mais intensa, picante ou grelhada, onde esse lado vibrante faz mesmo diferença.
A nossa interpretação de uma India Pale Ale! A India Pale Ale é aquela cerveja que não passa despercebida. Com sabor poderoso, amargor corajoso e aromas que invadem o ambiente, nasceu no Reino Unido e conquistou o mundo. A sua personalidade marcante faz dela uma escolha favorita tanto para quem está a começar como para quem já procura uma cerveja de atitude e presença inesquecível.
Água, malte de cevada, lúpulo e levedura.
A IPA surgiu no século XVIII, quando os ingleses aumentaram o teor alcoólico e a carga de lúpulo das suas pale ales para que a cerveja resistisse à viagem até à Índia. Para além de conferir amargor, o lúpulo funcionava como antisséptico natural, ajudando à conservação. Esse ajuste acabou por criar um dos estilos mais populares e reconhecíveis do mundo.
É rica e complexa, com aromas e sabores intensos de lúpulo, notas cítricas de toranja e laranja, apontamentos tropicais e herbais e um amargor pronunciado mas equilibrado por um corpo médio e bem estruturado. A aparência é laranja-cobre, com espuma branca, cremosa e persistente.
Resulta muito bem com pratos condimentados, caril, tacos, enchiladas, comida picante, grelhados e queijos fortes, onde o contraste entre amargor, frescura cítrica e especiaria funciona de forma muito clara.
Lúpulo bem presente, citrinos e fruta tropical com final persistente.
Pratos picantes, grelhados, tacos, caril e queijos fortes.
Quando queres sair do caminho mais seguro.
O Roteiro do Dentinho celebra a gastronomia madeirense, cruzando a tradição do dentinho com a inovação cervejeira. Com duas edições anuais, este evento desafia chefs locais a criarem harmonizações exclusivas para as criações do Coral Beer Lab.
Descubra onde a mestria de décadas se cruza com a audácia de novos estilos.
Explore edições limitadas e experimentais, como a Dry Stout, a Altbier ou a IPA Cascade.
As cervejas são servidas em tábuas de degustação que elevam o rigor artesanal a um novo patamar.
Uma oportunidade única para descobrir como ingredientes premium transformam a nossa herança numa constante descoberta.
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